Saúde e Bem Estar
Vamos Bailar?
Postado por Equipe Viva Senior em 18/01/2016

Diz a lenda que Sócrates aprendeu a dançar quando tinha setenta anos porque ele sentia que uma parte essencial dele tinha sido negligenciada.

Pois é, dançar é uma forma de expressão que traz alegria e risos naquele momento, além de haver uma conexão social não verbal com o parceiro. Percebemos ao longo da história, que a dança é uma forma de celebração e ritual para muitas ocasiões.

Um estudo de 2003 publicado no New England Journal of Medicine, descobriu que as pessoas que participaram de aulas de dança de salão, pelo menos duas vezes por semana, tiveram uma menor incidência de demência. Seja qual for o tipo de dança, os benefícios são abundantes, especialmente para a turma da terceira idade.

Alguns dos benefícios são:

• Fortalece ossos e músculos

• Tonifica seu corpo

• Melhora a sua postura e equilíbrio, o que pode prevenir quedas

• Aumenta a sua resistência e flexibilidade

• Reduz o stress, a tensão e traz alegria

• Aumenta a autoestima

• Fornece interação social

• Ajuda a evitar doenças como diabetes, pressão alta, doenças cardíacas, osteoporose e depressão

A dança de salão tem demonstrado ser benéfica na sua capacidade para reduzir o risco de demência de acordo com o estudo “Lazer” realizado em New York em 2003. Embora os motivos exatos para esta conclusão não são conhecidos, o fato é que além de ser uma atividade aeróbica, a dança usa “o poder do cérebro” para memorizar passos e aumenta o humor por causa da interação social.

Alguns estudos demonstraram que o Tango argentino melhora a mobilidade para a doença de Parkinson e a Valsa melhora a função e bem-estar emocional para pacientes com insuficiência cardíaca.

Um estudo da Universidade de Washington em St. Louis Medical School em 2007 mostrou que o tango argentino era melhor para ajudar na mobilidade dos doentes com doença de Parkinson do que uma aula de ginástica.

Dançar valsa e outros ritmos melhora a capacidade de funcionamento e qualidade de vida dos pacientes com insuficiência cardíaca crônica e pode ser uma boa alternativa como exercício aeróbico, relatado por American Heart Association Scientific Sessions 2006. “Se queremos pacientes que pratiquem exercícios aeróbicos ao longo da vida, então que seja algo prazeroso e divertido, dessa forma haverá continuidade”, diz Romualdo Belardinelli, o médico responsável pelo estudo.

Mesmo se você não puder frequentar um salão, vale colocar uma música e dançar do seu jeito, com a alma e o coração. “Solte suas asas e entre nessa festa…”

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